Um sonho impossível

Por Fernanda Borges Hisaba1

O conteúdo recalcado em nosso inconsciente busca, a todo momento, fazer-se sabido, tornar-se explícito e acessível, de tal forma que, descarregado, possa reduzir a quantidade de energia que nos afeta. O reprimido retorna, via de regra mascarado, nos chistes, nos atos falhos, na transferência, nos sintomas e nos sonhos.

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Tecendo a clínica psicanalítica: o percurso freudiano da hipnose à associação livre

Por Alba Tengnom 1

“Cinza, caro amigo, é toda teoria e verde a dourada árvore do saber” (Mefistófeles, em Fausto de Goethe).

Sem o saber clínico construído ao longo da experiência de trabalho de análise de inúmeros pacientes, não seria possível a Freud desenvolver as concepções teóricas psicanalíticas. Teoria e técnica são complementares e se constroem mutuamente na obra freudiana.

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Trilhas de Freud: da hipnose à psicanálise e sua aplicação em o caso Dora

Por Ivana Ferigolo Melo 1

Até chegar ao método psicanalítico, Freud trilhou outros percursos, utilizando-se de técnicas muito usadas por Charcot e Breuer. A hipnose, uma das primeiras técnicas manejadas por Freud (já utilizada por Charcot), consistia em colocar o paciente em estado de sono, de consciência reduzida ou amortecida, no intuito de exercer comando sobre ele, de induzi-lo, de sugerir-lhe ideias que, acreditava-se, substituiriam pensamentos patogênicos, impedindo-os de agir.

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Faça o que eu digo, mas não faça o que eu faço

Por Patrícia de Pádua Castro1

Em 1904 [1905] com o artigo O método psicanalítico Freudiano, Freud faz sua primeira exposição sobre a técnica psicanalítica e suas especificidades. Outros três artigos, Sobre psicoterapia (1905 [1904]), Sobre psicanálise selvagem (1910) e Recomendações ao médico para o tratamento psicanalítico (1912), trazem mais esclarecimentos, indicações, contraindicações e recomendações técnicas para exercício do método psicanalítico, além de abordar as diferenças entre a psicanálise Freudiana e as técnicas de sugestão hipnótica de Charcot e método catártico de Breuer.

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A sexualidade como etiologia da histeria na Teoria da Sedução - SQN Freud

Por Fernando Alencastro1

SQN são as inicias de "Só Que Não", uma expressão comum na internet, principalmente como hashtag em algumas redes sociais (#SQN). O usuário usa o #sqn para negar totalmente o que acabou de afirmar na sua publicação. Inicialmente, a hashtag #SQN começou a se popularizar no Twitter, sinalizando o tom irônico do tweet. Como dito, o objetivo é justamente dizer o contrário daquilo que o usuário verdadeiramente pensa.

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(Des)construções nas teorias psicanalíticas: da Histeria à Sedução

Por Patrícia de Pádua Castro1

Na “Comunicação Preliminar” (1893), Freud começa a buscar o entendimento da etiologia da histeria e sua ligação com a sexualidade. Aponta os sintomas histéricos como a manifestação presente de um trauma ocorrido no passado, sendo que a causa precipitadora deste trauma encontra-se, frequentemente, em eventos ocorridos na infância.

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A Teoria da Sedução e seu equívoco

Por Ivana Ferigolo Melo1

No texto comunicação preliminar, Freud, partindo das teorias de Breuer e de Janet, relata suas primeiras constatações teóricas sobre as causas (etiologia) da histeria e expõe algumas técnicas de tratamento que utilizou para tratar essa enfermidade.

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Quando "as histéricas me enganaram"

Por Fernanda Borges Hisaba1

Neurologista de formação, durante os anos de 1880, Freud inicia sua prática de hipnotismo; tendo conhecido e acompanhado os trabalhos de Charcot em Salpetriére, começa a tratar pacientes com diagnóstico de histeria, utilizando o método de sugestão sob hipnose.

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Tirar o olho do umbigo

Por Rafael Marques Menezes1

O que eu quero dizer quando digo para tirar o olho do umbigo? 
Parece ir na contramão do que encontramos na mídia atual, e realmente o é! Essa é uma reflexão sobre “autoestima elevada” e sua relação com “amor ao outro”.

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A riqueza da teoria kleiniana a partir do olhar do bebê

Por Márcia Velo Barros1

Ler os textos de Melanie Klein ... é impossível não brilhar os olhos com tremenda genialidade da psicanalista de crianças que, de forma sensível, consegue captar as simbologias das brincadeiras, dos desenhos, e das comunicações orais, visuais, etc.

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