A sexualidade como etiologia da histeria na Teoria da Sedução - SQN Freud

Por Fernando Alencastro1

SQN são as inicias de "Só Que Não", uma expressão comum na internet, principalmente como hashtag em algumas redes sociais (#SQN). O usuário usa o #sqn para negar totalmente o que acabou de afirmar na sua publicação. Inicialmente, a hashtag #SQN começou a se popularizar no Twitter, sinalizando o tom irônico do tweet. Como dito, o objetivo é justamente dizer o contrário daquilo que o usuário verdadeiramente pensa.

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(Des)construções nas teorias psicanalíticas: da Histeria à Sedução

Por Patrícia de Pádua Castro1

Na “Comunicação Preliminar” (1893), Freud começa a buscar o entendimento da etiologia da histeria e sua ligação com a sexualidade. Aponta os sintomas histéricos como a manifestação presente de um trauma ocorrido no passado, sendo que a causa precipitadora deste trauma encontra-se, frequentemente, em eventos ocorridos na infância.

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A Teoria da Sedução e seu equívoco

Por Ivana Ferigolo Melo1

No texto comunicação preliminar, Freud, partindo das teorias de Breuer e de Janet, relata suas primeiras constatações teóricas sobre as causas (etiologia) da histeria e expõe algumas técnicas de tratamento que utilizou para tratar essa enfermidade.

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Quando "as histéricas me enganaram"

Por Fernanda Borges Hisaba1

Neurologista de formação, durante os anos de 1880, Freud inicia sua prática de hipnotismo; tendo conhecido e acompanhado os trabalhos de Charcot em Salpetriére, começa a tratar pacientes com diagnóstico de histeria, utilizando o método de sugestão sob hipnose.

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Tirar o olho do umbigo

Por Rafael Marques Menezes1

O que eu quero dizer quando digo para tirar o olho do umbigo? 
Parece ir na contramão do que encontramos na mídia atual, e realmente o é! Essa é uma reflexão sobre “autoestima elevada” e sua relação com “amor ao outro”.

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Histeria: da Antiguidade ao Século XIX

Por Thaís Jamyle Pinheiro Dionísio Cavalcante1

Mesmo nos dias de hoje a histeria é uma palavra largamente usada e pouco conhecida. Ninguém sabe muito bem como defini-la, e não só os leigos. Parece que, desde que ela começou a se manifestar entre nós, define-se justamente pela sua falta de definição.

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Boas experiências em meios psicanalíticos

Por Márcia Velo Barros1 

Não só de atendimentos vive um psicanalista. Não só numa poltrona atrás de um divã, ouvindo seus analisandos e interpretando. O psicanalista também precisa de ajuda. Como tudo e todos, também temos nossos pontos cegos. E nada melhor que uma boa troca de experiências com colegas psicanalistas para (re) pensarmos nossa prática, buscarmos novas teorias e (re) vermos as já vistas. Sempre há espaço para o novo.

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