A angústia, a vida e Kierkegaard

Por  Rafael Maques Menezes1

"Quando a pior coisa que você conhece na vida é a morte, você quer viver, mas quando a pior coisa que você conhece na vida é a obrigação angustiosa de existir, então, nesse dia, você quer morrer." (Kierkgaard)

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Cadê o inconsciente que estava aqui?

Por  Fabiana Tessaro1

Uma nova estrutura do aparelho psíquico nos é apresentada por Freud em 1923. Uma de suas maiores obras metapsicologicas, é em o “Eu e o ID” que a noção de inconsciente se dissolve, não se tratando mais de um lugar e sim de uma qualidade,
um status de uma ideia.

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Freud: o Sherlock Holmes das neuroses

Por Patrícia de Pádua Castro 1

Um “crime” ocultado pelo autor, um detetive obcecado em buscar os vestígios a partir dos efeitos para as causas, empregando a sua incrível habilidade de observação e dedução tem a capacidade de desvendar casos aparentemente insolúveis e revelar todo o mistério envolvido. Poderia ser essa a sinopse de um filme ou um livro de Sherlock Holmes, ou ainda, a descrição da prática analítica de Freud relatada em um de seus casos clínicos: O caso Dora.

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O Caso Dora: Ponto Cego

Por Fernanda Borges Hisaba1

O ano é 1900.
Freud havia migrado definitivamente para o campo da psicologia e estava sedimentando e expandindo seus conhecimentos; tinha grandes expectativas a respeito da publicação de sua “Obra do Século”, a Interpretação dos Sonhos. Trazia angústias também, remanescentes da rejeição pública e contundente que experimentara quando da apresentação de sua Teoria da Sedução para seu ilustrado público. Suas ideias inicialmente causaram repudia, enquanto a base de sua teoria não se sustentava. Ele precisou rever a aplicabilidade de suas teorias e, posteriormente, de sua técnica.

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