Imagina, isso jamais irá acontecer comigo!

Por Marcelo Moya 1

Tempos realmente difíceis estes que estamos vivendo. Diariamente somos dominados por sentimentos ambivalentes entre a esperança pela chegada de dias melhores principalmente em relação às medidas de combate à pandemia que se arrasta há um ano, e da tensão vivida frente aos índices alarmantes do aumento diário de pessoas contagiadas e vítimas fatais
do Covid-19.

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Entrevista Framework

Por Leandro Stitzman e Ale Esclapes

Confira agora como foi a entrevista do psicanalista Ale Esclapes (São Paulo) para o podcast Framework do psicanalista Leandro Stitzman (Buenos Aires) acerca de suas visões visões sobre a clínica psicanalítica. 

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Primeiras sistematizações da técnica

Por  José Claudio de N. Gonçalves1

Quando lemos a história da psicanálise podemos acompanhar o passo-a-passo do nascimento e crescimento de uma nova disciplina. Freud percorreu um longo caminho entre experimentalmente aplicar a técnica com hipnose inspirada em Charcot, até a alcançar o desenvolvimento da associação livre, que ele chamou “a regra fundamental da psicanálise”. 

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A Teoria da Sedução um equívoco

Por  Raul Hamilton de Souza1

A teoria da sedução, formulada por Sigmund Freud, como uma explicação para as crises de histeria de pacientes sob tratamento, está presente em seus escritos desde a chamada “comunicação preliminar”, cuja autoria se deu em parceria com Josef Breuer. Nesse escrito, a Comunicação Preliminar, já havia a concepção segundo a qual “o sintoma era trauma do passado que, quando vindo à tona, se manifestava nos sintomas neuróticos.

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Pulsão: um elemento, vários caminhos

Por Dulce Maria Klassmann Scalzilli1

No texto de Freud “Os Instintos e Seus Destinos (1915)”, o termo Pulsão é tratado como um sinônimo para instinto. De acordo com a Fisiologia, instinto é um estímulo que vem do mundo externo para um tecido nervoso, e é descarregado para fora do corpo através de ação motora. Freud faz uma relação entre instinto e estímulo, inclui o conceito de instinto no de estímulo.

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Freud, um infrator de suas próprias técnicas?

Por Victória Cardoso Cozza1

Após o abandono das técnicas antes utilizadas, tais como hipnose e catártica, Freud começa a aplicar a então chamada técnica psicanalítica, consistindo na utilização da associação livre que compreende a fala livre do paciente sobre tudo que vier à sua mente. No caso Dora, é possível vislumbrar a utilização de algumas técnicas da psicanálise como a interpretação dos sonhos para acessar o conteúdo recalcado de Dora e a associação livre, servindo de auxílio para trazer à tona conteúdos reprimidos ajudando na elucidação dos sintomas.

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Anotações sobre a Interpretações dos Sonhos

Por Marta M. Kanashiro1

“Pedras sonhando pó na mina
Pedras sonhando com britadeiras
Cada ser tem sonhos a sua maneira”
(Lula Queiroga, Noite Severina)

Publicada em 1900, a “Interpretação dos sonhos” de Sigmund Freud é um dos pilares fundamentais da psicanálise e considerada uma das grandes obras do século XX, ainda que tenha sido escrita e publicada no século anterior.

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O trabalho do sonho na teoria Freudiana um caminho privilegiado para a manifestação do inconsciente recalcado

Por Alexandre Renaut 1

Em aparência absurdos e desprovidos de sentido, os sonhos se apresentam como uma cadeia de imagens e eventos sem nexo explícito para o olhar leigo. Para Freud, porém, estes fenômenos psíquicos têm um sentido e uma causa, e eles expressam a realização disfarçada de desejos inconscientes que estão em conflito na vida anímica do paciente. Nesta batalha, a representação conflitante é recalcada – mas o desejo segue habitando o inconsciente, buscando constantemente sua realização – e acaba achando no sonho uma forma oportuna e viável para se expressar.

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O caso Dora e a técnica em Psicanálise: do que poderia ser um fracasso, a oportunidade para um avanço

Por Silvio Ribeiro da Silva 1

O caso Dora é um caso emblemático na história da Psicanálise e na constituição profissional de Freud. O próprio Freud assinala que este caso foi o primeiro em que ele fez uso de aportes técnicos da Psicanálise, aportes que ainda são conhecidos até hoje. Foi escrito entre dois outros grandes trabalhos do médico: ‘A Interpretação dos Sonhos’ e ‘Três Ensaios sobre a Teoria da Sexualidade’. Trata-se de uma paciente histérica, mas não a primeira, porque antes de tratar Dora Freud já apresentara publicações com Breuer sobre outras histéricas.

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