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EPP - Escola Paulista de Psicanálise

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Os estudos mais recentes vêm mostrando que os antidepressivos restauram a capacidade de determinadas áreas do cérebro a fim de contornar rotas neurais cujo funcionamento não está normal, mas essa mudança só trará benefícios se acompanhada de uma mudança do paciente – mudança esta obtida através da psicoterapia.

Essa mudança no “hardware” do cérebro só trará benefícios se houver uma mudança no “software” – o comportamento do paciente – algo que não é suprido pelos antidepressivos, só podendo ser alcançado mediante a psicoterapia ou terapias de reabilitação; O alerta está sendo feito pelo neurocientista Eero Castrén, da Universidade de Helsinque (Finlândia).

A II Jornada de Clínica Psicodinâmica: As clínicas em psicanálise: Perspectivas de ação frente às psicopatologias, é um evento idealizado e organizado por alunos e professores da Universidade São Judas Tadeu. Temos como proposta a discussão e disseminação de conhecimentos de técnicas, ideias e conceitos sobre a clínica psicodinâmica e as possibilidades de ação nos campos de atuação profissional.

O evento é destinado a alunos de psicologia (a partir do 3° semestre), psicólogos e profissionais da área da saúde mental.
  
A Escola Paulista de Psicanálise-EPP e o Instituto Sándor Ferenczi-ISF apoiam este evento.

Mais informações através do site: http://jornadapsico.wix.com/jornadapsicodinamica

Demorei sete anos (desde que saí da casa dos meus pais) para ler o saquinho do arroz que diz quanto tempo ele deve ficar na panela. Comi muito arroz duro fingindo estar “al dente”, muito arroz empapado dizendo que “foi de propósito”. Na minha panela esteve por todos esses anos a prova de que somos uma geração que compartilha sem ler, defende sem conhecer, idolatra sem porquê. Sou da geração que sabe o que fazer, mas erra por preguiça de ler o manual de instruções ou simplesmente não faz.

Sabemos como tornar o mundo mais justo, o planeta mais sustentável, as mulheres mais representativas, o corpo mais saudável. Fazemos cada vez menos política na vida (e mais no Facebook), lotamos a internet de selfies em academias e esquecemos de comentar que na última festa todos os nossos amigos tomaram bala para curtir mais a noite. Ao contrário do que defendemos compartilhando o post da cerveja artesanal do momento, bebemos mais e bebemos pior.

A Escola Paulista de Psicanálise-EPP em parceria com a Livraria Martins Fontes Paulista realizarão uma série de cursos breves interdisciplinares com duração média de três horas. Os encontros visam o melhor entendimento da psicanálise e suas origens teórico-clínicas e será destinado à psicanalistas,
psicólogos, estudantes de psicologia e demais interessados. Será emitido certificado de participação.

Em nosso quinto encontro, da série Cursos Breves 2015, abordadomos o tema: "Solve et coagula - Paradoxos entre Hegel e Klein" e contamos com a presença dos palestrantes: Cristiano J. Silva1 e Alê Esclapes2.

Ementa: Não existe nenhuma evidência que a psicanalista Melanie Klein tenha lido Hegel, mas é inevitável a aproximação entre ambos. Esse encontro pretende explorar os conceitos de dialética em Hegel e das posições esquizoparanoides e depressivas em Klein, em um jogo incessante pela busca de uma verdade sobre o real.

Data/horário: 17/07/2015 - 14:00hs. Entrada franca, aberto ao público em geral e emissão de certificados (enviados posteriormente por e-mail mediante a solicitação).

Confira abaixo algumas fotos do evento:

Foto:  www.diagramativo.com.br


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Por Paula Marcondes1

O Desenvolvimento Emocional do Ser Humano

Em “O desenvolvimento emocional do ser humano”, Donald Winnicott nos mostra uma teoria do amadurecimento do ser humano, deixando claro a importância da infância como base de uma vida emocional adulta sadia. E nesse ponto, a relação mãe e bebê é de total importância para esta saúde. Falhas podem trazer como resultado diversos problemas psicopatológicos. A mãe precisa ser suficientemente boa, mas o ambiente também precisa ser apropriado para que essa mãe cumpra seu papel natural. E essa mãe é fundamental para o bebê realizar seu processo de integração de forma satisfatória. A sustentação dada pela mãe é necessária. 

O contato físico, os cuidados e o holding dado pela mãe suficientemente boa fazem com que a criança vá aos poucos reconhecendo seu corpo, passando a fazer a imaginação elaborativa da função corporal deste corpo e, portanto, estabelecendo a sua psique. Assim é possível o estabelecimento do self verdadeiro e depois da personalização.

Por Matthias Ammann1

A teoria de Winnicott ampara-se fortemente na figura materna que representaria todo ambiente acolhedor e cuidador. A mãe suficientemente boa, ou good enough mother, é representante de uma mãe ideal, atenta a todas as formas de diálogo e de jogo criativo, capaz de inspirar à criança as frustrações necessárias no tempo correto e assim desenvolver o seu desejo e a sua capacidade de integração (Roudinesco & Plon, 1997).

Nota-se que a teoria psicanalítica e, em específico a teoria winnicottiana, atribui grande importância a relação mãe-bebê para a gradual elaboração das funções corporais e imaginativas da criança, permitindo a integração e localização dos diversos aspectos de sua psique em si e em relação ao outro.

Inicialmente a criança e a figura materna são unas, isto é, não existe dissociação entre o bebê e a mãe, uma vez que o todo pode ser representado pelo cuidado materno que esta sob domínio da onipotência infantil. Deste controle onipotente decorre a ilusão de ser possível criar o que atende as suas necessidades - o seio - no momento que ocorre o impulso instintivo. Cabe a mãe suficientemente boa atender a criação infantil e, com o passar do tempo, gradualmente içar as dificuldades e frustrações na medida em que podem ser toleradas pela criança.

No quarto encontro da série Cursos Breves 2015, realizado pela EPP e a Livraria Martins Fontes Paulista, discutimos o tema "O movimento romântico e a obra de Freud".

Ementa: A psicanálise nasceu imersa em um caldeirão cultural na Alemanha do século XX, onde o romantismo e o idealismo eram escolas fortes de pensamentos. Ecos desses movimentos se encontraram nas reflexões de Freud, em suas formulações sobre a neurose e histeria.
Nesse encontro o Prof. de Filosofia Daniel Rodrigues Plácido apresentou uma série de conceitos e autores do romantismo dentre eles: Novalis, Schlegel, Goethe, Hölderlin, W. Blake, F. von Baader, G. de Nerval, Schelling e Fichte. Por outro lado o psicanalista Alexandre Esclapes apontou como foram as influências nas obras de Freud e de autores posteriores da psicanálise.

Data/horário: 19/06/2015 - 14:00hs. Entrada franca e Certificação (enviado posteriormente por e-mail mediante a solicitação).

Local: Auditório da Livraria Martins Fontes Paulista - Av. Paulista, 509 (ao lado da estação Brigadeiro do Metrô).

Confira abaixo algumas fotos com os palestrantes: Daniel Rodrigues Plácido1 e Alexandre Esclapes2



Foto: www.diagramativo.com.br

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O volume 76 da coleção "Folha Explica" sintetiza os principais temas da obra da psicanalista Melanie Klein (1882-1960), que depois de Freud foi quem mais contribuiu para a compreensão do funcionamento psíquico. A autora, fundamental para o estudo dapsicanálise, aborda a estranheza das formações do inconsciente e das experiências primordiais, que desafiam todas as nossas medidas de bom senso. Desde os anos 20 até o fim de sua trajetória, a autora procurou desvendar a psicanálise infantil e questões cruciais como o desejo. Os autores, Elisa Maria de Ulhôa Cintra e Luís Claudio Mendonça Figueiredo são especialistas em psicologia clínica.

Por Andréa Mª de Senna Marques

O que pensar de uma dor que diminui, aniquila, destrói o amor próprio. Não se pega, não se vê, de uma dor que não pode ser dita. É uma dor de uma ordem afetiva, uma dor que aborta qualquer manifestação de alegria, chamada de depressão.

Como será o sentimento de vazio, da morte estando vivo, de uma plena abstinência de encantamento com a vida. São essas reflexões que nos move pensar sobre a depressão.

A depressão precisa se entendida como um ritual de passagem, situação que nenhum vivente escapará. Entender que o sentimento do nada, da percepção da morte, de tudo escapar, de nada fazer mais sentido, pode e deve ser entendido como um percurso, um caminho que algum dia vamos fazer.

Neste terceiro encontro da Série Cursos Breves 2015 - em parceria com a Livraria Martins Fontes Paulista e a EPP foi abordado o tema: "As influências de Kant na Psicanálise".

Ementa: Através deste encontro visamos dar continuidade aos estudos das interfaces entre a filosofia e a psicanálise.
Qual o impacto na psicanálise da noção de realidade e da forma de apreendê-la concebida por Kant? Em que momento Freud e Kant divergem e por que?

Data/horário: 22/05/2015 - 14:00hs. às 17:00hs. Entrada franca e Certificação (enviado posteriormente por e-mail).

Local: Auditório da Livraria Martins Fontes Paulista - Av. Paulista, 509 (ao lado da estação Brigadeiro do Metrô).

Confira abaixo algumas fotos deste com os palestrantes: Cristiano José da Silva1 e Alê Esclapes2



Foto: www.diagramativo.com.br



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Por Sílvia Marques1

Este artigo objetiva refletir a precariedade das relações afetivas a partir do pensamento de Bauman e Aldous Huxley.

Ontem, tive um insight. Apesar de ser apreciadora do romance profético Admirável mundo novo de Aldous Huxley , livro que li na faculdade indicado pelo meu professor de Filosofia (o brilhante Felipe Pondé) e citar Bauman em muitas de minhas aulas no curso de Comunicação Social, apenas ontem juntei lé com cré e talvez tenha descoberto o porquê da série de desastres afetivos vivenciados por mim.

Ontem, antes de ir para mais uma aula, senti um misto de melancolia e alívio ao mesmo tempo. Continuo defendendo a ideia de que o amor existe e de que muitos casais conseguem construir relações estáveis e duradouras. Continuo acreditando na beleza de um casamento longo, pautado pelas renúncias mútuas e pelo companheirismo irrestrito.

Por Eduardo Hughes Galeano1

Muçulmanos, judeus, mulheres, homossexuais, índios, negros, estrangeiros e pobres: em ensaio de 2005, escritor discorre sobre as diferentes faces do Demônio, descritas pela antítese de cada um desses ‘anjos do mal’.

Esta é uma modesta contribuição à guerra do Bem contra o Mal. Entre os diversos semblantes do Príncipe das Trevas, só estão os demônios que existem há muito, muito tempo, e que há séculos ou milênios continuam ativos no mundo.

Por Andréa Mª de Senna Marques

Força Estranha
Roberto Carlos

Eu vi um menino correndo
Eu vi o tempo
Brincando ao redor
Do caminho daquele menino...
Eu pus os meus pés no riacho
E acho que nunca os tirei
O sol ainda brilha na estrada

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