Nesta semana (15 a 19/09/14) terá início as atividade do segundo semestre do ISF.
O tema central é a “Transgeracionalidade", dividido nos seguintes projetos de estudos: Diversidadade, Diversidade Sexual, Transmissão e Grupos de Leitura.

Fiquem atentos ao início dos trabalhos:

Grupo Transmissão – Estudo das obras do psicanalista René Käes – Terças-feiras às 19:30hs;

Grupo Diversidade – Estudo do livro “Longe da Árvore –Terças-feiras às 19:30hs;

Grupo Diversidade Sexual – Estudo da obra de M. Torok e N. Abraham – Quintas-feiras às 19:30hs;

Grupos de Leitura S. FreudQuintas-feiras às 18:00hs / Quintas-feiras às 21:00hs;

Grupos de Leitura M. Klein – Quartas-feiras às 19:30hs / Sextas-feiras às 14:00hs / Sábados às 10:00hs;

Grupo de Leitura D. Winnicott – Sábados às 08:00hs;

Nessa Quarta-feira às 19:30hs ocorrerá o debate sobre o filme: "Feito gente grande".

As atividades são direcionadas somente para alunos da EPP que se inscreveram no ISF.

Data: 17/09/14, quarta-feira - Horário da Discussão: 19:30hs.

Aberto à todos os alunos da EPP - via EAD na sala de videoconferência.

O aluno deverá assistir ao filme antes da discussão.

Filme:
"Feito Gente Grande" - Coordenação: Adriano Panisso.

Sinopse: Aos nove anos de idade, a vida de Raquel não vai muito bem: ela tem poucos amigos e recebe uma educação amorosa, mas muito autoritária por parte de seus pais, em pleno momento de crise matrimonial. Sua rotina muda quando ela conhece Valérie, garota de sua idade, muito mais aberta às experiências da vida.

Detalhes:

Lançamento: 27/12/2013 (01h29min)
Gênero: Comédia - Nacionalidade: França
Atores: Agnès Jaoui, Denis Podalydès, Juliette Gombert, entre outros...
Direção: Carine Tardieu 

Trailer:

Neste encontro Zilton F. Salgado* analisará "A Transsexualidade nos Anúncios de Cinema" ao longo dos últimos 50 anos.

Data/ Horário: 19/09/2014 - 19:30hs.

Local: Livraria Martins Fontes Paulista: Av. Paulista, 509, (ao lado do metrô Brigadeiro) São Paulo/SP.

Público Alvo: Evento gratuito e aberto ao público em geral com entrada franca.

*Pós-graduado lato sensu em Língua Portuguesa e Literatura pela Univ. Presb. Mackenzie e atualmente aluno do Programa de Formação da EPP.

Monja Coen é missionária oficial da tradição Soto Shu - Zen Budismo com sede no Japão. É a Primaz Fundadora da Comunidade Zen Budista, criada em 2001, com atual sede no Pacaembu. Iniciou seus estudos budistas no Zen Center of Los Angeles - ZCLA. Foi ordenada monja em 1983, mesmo ano em que foi para o Japão aonde permaneceu por 12 anos sendo oito dos primeiros anos no Convento Zen Budista de Nagoia, Aichi Senmon Nisodo e Tokubetsu Nisodo.

Promove a Caminhada Zen, em parques públicos, com o objetivo de divulgação do princípio da não violência e a criação de culturas de paz, justiça, cura da Terra e de todos os seres vivos.

O evento ocorreu em 29/08/2014 às 19:30hs no Auditório da Livraria Martins Fontes Paulista - São Paulo/SP.

(Foto: #Diagramativo)



(Foto: #Diagramativo)


(Foto: #Diagramativo)

(Foto: #Diagramativo)

A histeria não morreu no século passado, está mais presente do que nunca no nosso dia a dia.

Se você acredita que existe um pote de ouro no final do arco íris, que há uma festa acontecendo em algum lugar e você não foi convidado, ou que o mundo lhe deve alguma coisa (ou conhece alguém que acredita nessas hipóteses), Compareça!!! 

Palestrante: Ale Esclapes - Psicanalista e Diretor da Escola Paulista de Psicanalise -EPP

Dia/Horário: 12/09/2014 (sexta-feira) às 19:30hs. 

Local: Salludys Instituto - Rua Camargo Paes, 516 - Bairro Guanabara - Campinas/SP.

Na palestra de Julho, Paul Kardous (psicanalista, psicólogo e mestre em comunicação semiótica) abordou o tema: "Impotência Sexual Masculina". Logo após o autor e palestrante nos brindou com uma noite de autógrafos do seu livro "Impotência Sexual: o Real, o Simbólico e o Imaginário - Editora Casa do Psicólogo. Abaixo você pode conferir as fotos do evento:



(Foto: #Diagramativo)

(Foto: #Diagramativo)

(Foto: #Diagramativo)

(Foto: #Diagramativo)

Por Tatiana Mestriner Costa¹

Há várias razões que levam um casal à adoção. Contudo, indepedente de qual seja o motivo (infertilidade, baixa fertilidade, etc), é importante que o casal e cada indivíduo faça um luto pelo filho biológio, ou seja,  cada um dos cônjuges que quer adotar uma criança  precisa abrir mão desse sonho comum, de um  filho que tenha  características suas  e características das suas famílias respectivas.

O filho adotivo não vem de fora, deve vir de dentro, é o filho que  é “gestado” no psiquismo de seus novos pais.

Como vimos em Winnicott a família é a reunião entre um casal mais uma criança. A existência e a preservação de uma atmosfera familiar resultam do relacionamento entre os pais no contexto social em que vivem. Os pais precisam dos filhos para desenvolver seu relacionamento.

Existe uma fantasia consciente ou inconsciente dos pais e para que não haja a desintegração familiar  é importante que cada um dos cônjuges  faça um  luto pela impossibilidade de dar ao parceiro o fruto do amor que os une e/ou por ficar em dívida com seu cônjuge, caso este esteja abrindo mão de gerar ou gestar.

Os casais que adotam crianças sabem como essas são capazes de preencher uma lacuna nas necessidades imaginativas que se originam no casamento.

Ocorre que na maioria das vezes,  antes de decidirem pela adoção, os casais inférteis já fizeram inumeras tentativas infrutíferas em  clínicas de reprodução humana, o que lhes custou  tempo, dinheiro e sofrimento. Esse processo vivido muitas vezes acaba dificultando  o trabalho do luto pela criança biológica.

Por Paula de Freitas Marcondes¹

Se a base saudável de nosso psiquismo vem de nossa infância e se situa mais especificamente na mãe suficientemente boa, segundo Donald Winnicott, como devemos analisar uma pessoa que foi inicialmente abandonada por sua progenitora? Qual a possibilidade de reparação para este abandono inicial? A mulher que adota pode vir a ser esta mãe boa o suficiente? Portanto, como se falar em adoção a partir de teorias psicanalíticas?
    
Entregar uma criança para adoção pressupõe mil justificativas, mas o que podemos perceber como mais comuns são:

1) Esta criança não era desejada;
2) Essa mãe não tinha condições psíquicas de lidar com um filho;
3) Situações sócio-econômicas levaram a tal decisão.
    
Portanto, nem sempre a criança foi totalmente rejeitada, mas sim a necessidade de criá-la é que não pode ser atendida. Através dos estudos do módulo de Dinâmicas Familiares pretendo achar respostas para as indagações iniciais.
    

Por Pe. Ernani Maia dos Reis¹

Segundo Melanie Klein, já no início da vida o bebê vivencia ansiedades provenientes de fonte internas e externas, sendo que as internas são provenientes da pulsão de morte, dando origem ao medo de aniquilamento que é a causa primária da ansiedade persecutória. O nascimento é a experiência padrão para todas as ansiedades posteriores, pois é sentido pelo bebê como um ataque por forças hostis, isto é, como perseguição; o bebê é “despido” de sua onipotência e plenitude intra-uterina e submetido a diversas privações, à incompletude e à não plenitude: passa a ter inúmeras necessidades a a depender de um outro, a mãe.   Atacado por forças hostis, internas e externas, fundamenta-se a primeira posição psíquica, a esquizo-paranoide, quando tais forças são sentidas como perseguição; portanto, a ansiedade prevalente é a persecutória.

O seio materno, que adquire caráter simbólico, é, inicialmente, distinguido entre seio bom e seio mal, conforme sera gratificante ou frustrante e, assim, o bebê orienta para um e outro o seu amor e o seu ódio (instintos libidinais e agressivos). Sendo assim, o seio gratificador é sentido como bom e amado; o frustrante é sentido como mau e odiado. Essa cisão se dá devido à falta de integração do ego.

AAAAAoZ5htYAAAAAANpYOAPor Diego Rafael Schmidt1

A eficácia de um tratamento nem sempre é equivalente ao seu tempo de duração. Nesse sentido, a Terapia Breve de Orientação Psicanalítica (T.B.) foi desenvolvida a partir dos trabalhos de Freud, considerado seu pioneiro, e cujas primeiras análises eram feitas num curto período de tempo. No entanto, assim como naquela época, muitos pacientes até hoje possuem várias necessidades que contrariam os princípios da análise tradicional, como o desejo pela melhora imediata, a disponibilidade de tempo, horários e condições financeiras, entre outras, que os impede de se submeterem a esse processo complexo.

Com as contribuições iniciais de Sándor Ferenczi e Otto Rank, o objetivo de diminuir a extensão do processo analítico ganhou mais destaque dentro da psicanálise, dando lugar à elaboração de um método que pudesse provocar e acelerar a investigação do material psíquico do paciente.
Nesta forma aprimorada de psicoterapia, os pacientes eram estimulados de forma mais ativa e flexível, porém ainda assim cuidadosa. Esse princípio é válido atualmente e, se usado de forma errada pode ser mais prejudicial do que terapêutico. Para que isso não aconteça, torna-se necessária a tomada de algumas precauções por parte do analista, assunto que será tratado resumidamente nas linhas abaixo.

Por Ale Esclapes¹
aids

Quem aqui se lembra da última campanha desse ano em relação ao combate e prevenção à AIDS? Será que foi no carnaval? Lembro-me bem que na década de 90 esse tema era comum no rádio, na TV, em revistas, jornais, etc. , não apenas no carnaval, mas o ano todo. Foi assim que campanhas educativas reduziram o índice de contágio.

Hoje temos uma geração que não viu essas campanhas, não viu a morte de Cazuza, Renato Russo, Henfil, etc. e tão pouco estão expostas à campanhas educativas. Segundo o secretário de Vigilância do Ministério da Saúde, Jarbas Barbosa, o atual aumento do número de contaminados no Brasil (11% entre 2001 e 2013), deve-se ao aumento na população gay. A Unaids é um pouco mais específica e aponta que 1/3 dos infectados na América Latina é de jovens gays entre 15 e 24 anos. Veja reportagem em http://saude.estadao.com.br/noticias/geral,apesar-de-queda-mundial-novas-infeccoes-por-hiv-sobem-11-no-brasil,1529538 .

Mas porque esse grupo hoje é tão vulnerável? O que não está dito nas entrelinhas dessas notícias? Primeiro não está dito que essas campanhas diminuíram sensivelmente no período analisado. O atual governo tem em sua base de apoio a chamada “bancada evangélica” que tem forte influência no Ministério da Saúde. Na mesma reportagem o ativista Rodrigo Pinheiro fala em “forças conservadoras”, mas tudo isso acontece sob as égides de um governo de esquerda (que há trinta anos se diz ao lado dos GLBT´s). Logo, um dos fatores que está condenando nossos jovens é um projeto de poder.

Em nosso último encontro contamos com a presença de Juliana Breda (fotos logo abaixo), aluna da EPP e membro do Instituto Sándor Ferenczi. Em sua palestra "Psicanálise e Sexualidade" forão abordados aspectos como: satisfação, prazer, libido e diversidade sexual. Confira as fotos abaixo.

(Foto: #Diagramativo)

 (Foto: #Diagramativo)

 (Foto: #Diagramativo)

(Foto: #Diagramativo)

1474620014 66df4e0701Por Hélio Rebello Borges¹

Sempre quando nos propomos a analisar a violência humana, a maldade humana, é importante que tenhamos em mente que muito provavelmente vamos ter que colocar as nossas próprias idéias em dúvida, assim como nosso modo de agir, de falar, de sentir e de pensar. Precisamos pensar se fazemos isso com humildade ou arrogância, pois precisamos responder à realidade de forma coerente com princípio não violentos, perceber os nossos gestos e nosso posicionamento no mundo. Como então objetivar o próprio eu dentro de um processo de subjetivação, sem nos esquecermos do nós? Como dar sentido ao nosso estar no mundo e à realidade?  Como não tonar a voz humana produto do indizível? Como evitar que os instintos e necessidades sociais sejam reduzidos ao silêncio? Como impedir a desumanização e a animalização do homem? Como manter viva a dignidade humana, não abafar nossa capacidade de pensar, se o mal habita em nós como condição humana? Como resgatar o espaço do sujeito que sente, uma vez que seu sentir fome, sentir frio, sentir sede, transformou-se na própria fome, no próprio frio, na sede viva? Pois ele perdeu sua condição de sujeito humano, se reduziu aos seus instintos mais básicos, não consegue mais pensar. Está reduzido ao homem animal!

A sexualidade humana tem despertado estudos e o interesse piscanalítico a há séculos dos mais diversos profissionais. Nesta palestra foram abordados os diferentes aspectos deste instigante tema.

Nosso palestrante Marcelo Manzano (foto acima) é membro do Institoto Sándor Ferenczi-ISF e aluno da Escola Paulista de Psicanálise-EPP.

Pagina 1 de 11