As grandes mudanças ocorridas nas últimas décadas, nos relacionamentos entre pais e filhos, fizeram surgir através da visão do psicanalítica Dr. André Marroig, a publicação do livro:
"ONDE FOI QUE EU ERREI?" - Editora Pontes.

Venha saber um pouco mais sobre as necessidades que o ser humano necessita para se desenvolver adequadamente.


 

A palestra "Sexualidade, perversão e psicanálise", ocorreu no dia 21/03/14, ás 19:30hs., no auditório da
Livraria Martins Fontes Paulista.
Neste encontro contamos com a presença do membro do Instituto Sándor Ferenczi-ISF Marcelo Manzano.



Acima e abaixo o palestrante Marcelo Manzano. (Foto: #Diagramativo)



Acima platéia do evento. (Foto: #Diagramativo)

Acima platéia do evento. (Foto: #Diagramativo)

Acima (a esquerda) o gerente da EPP e do ISF Márcio Silva, ao centro o palestrante Marcelo Manzano e
a direita o psicanalista, diretor da EPP e da ISF Alê Esclapes. (Foto: #Diagramativo).

 

Dando continuidade ao nosso ciclo de palestras deste ano denominado: "Diversidade Sexual e Psicanálise" abordaremos em nosso próximo encontro as sexualidades ditas perversas.

Abaixo o flyer do evento, contamos com a sua presença!

 

 

A palestra "Homossexualidade: Preconceito e Intolerância Familiar", ocorreu no dia 21/02/14,
ás 19:30hs., no auditório da Livraria Martins Fontes Paulista. Nesta palestra contamos com a
Profa. Dra. Edith Modesto, Fundadora do Grupo de Pais de Homossexuais-GPH.

 

Acima e abaixo Profa. Dra. Edith Modesto. (Foto: #Diagramativo)

Acima (a esquerda) o psicanalista, diretor da EPP e do ISF Alê Esclapes, ao seu lado a
Profa. Dra. Edith Modesto. (Foto: #Diagramativo).

longedaarvoreFreud nos ensina que o amor paterno/materno é baseado no que ele chamou de “forma narcisista de amar” o que significa que os pais amam os seus filhos a partir do que eles são, foram ou gostariam de ser. Em outras palavras é um amor egoísta, sendo uma visão bem menos romântica que o conceito de família Doriana.

E o que acontece quando os filhos não correspondem a essa expectativa egoísta dos pais? O que é realmente o que costumamos chamar de “amor materno/paterno”.  Em um livro corajoso e emocionante Andrew Solomon nos trás um retrato de famílias onde o filho é um fruto que caiu muito longe de sua árvore.

Nele, o autor investiga famílias cujos filhos são surdos, autistas, anões, gays, etc ... e coloca essa discussão em um patamar realista, mostrando as dificuldades tanto do lado dos filhos quanto da família. O primeiro capítulo faz uma investigação teórica sobre o que envolve esse contexto, mas ao mesmo tempo trás toda a discussão para o aspecto cotidiano a partir da experiência do próprio autor, que é judeu e gay. Nos demais capítulos trás depoimentos de diversas famílias.

Um livro que vai para além dos aspectos técnicos que envolvem  a questão, tanto psicológicos quanto políticos, recolocando a discussão no que tem de mais humano – os desafios e cotidianos dessas famílias. Um livro que nos tras uma rela dimensão do que a palavra “diversidade” significa.

Longe da Árvore
Editora Companhia das Letras
1032 páginas

 


Ale Esclapes

 

 

Sexta-feira, 21/02/14 às 19:30hs. ocorreu na Livraria Martins Fontes Paulista a abertura do Ciclo de Palestras deste ano, denominado:


Diversidade Sexual e Psicanálise, o qual será o tema para 2014. Abaixo o flyer de nossa divulgação:

A 1º Jornada da Diversidade Sexual e Psicanálise ocorreu nos dias 08 e 09 de novembro de 2013
no auditório da Livraria Martins Fontes, nossa parceira.

Abaixo seguem algumas fotos ...

Acima o Diretor da EPP e do ISF: Alê Esclapes
(Foto: Diagramativo)

Acima as palestrantes: Tatiana Mestriner Costa e Juliana Siqueira Breda (a direita).
(Foto: Diagramativo)

Acima as palestrantes:Silvia Beraldo Costa e Estela da Silva Gheno (a direita).
(Foto: Diagramativo)

Acima a platéia apreciando a palestra.
(Foto: Diagramativo)

Acima os participantes e palestrantes na despedida do evento.
(Foto: Diagramativo)


A esperança forma-se no princípio do aparelho psíquico como fonte de resolução de problemas, no caso da criança, a fome. Processo então que, na sua inconclusão, gerará a idéia de desesperança. Logo que a fome se acumula, surge o pensar relacional entre fome e seio. A primeira via que o aparelho psíquico vai recorrer é essa imagem.

Os problemas começam a surgir quando essa vontade ou essa imagem não se concretiza na realização ou satisfação do objeto desejado, ou ainda quando, apesar desse acumulo de energia, o individuo não demonstra nenhum tipo de reação (não, chora não se movimenta).

Gema  Bocalon  Boneti
(1) INTRODUÇÃO

Para o leitor menos informado sobre terapia psicanalítica pode soar  contraditório  a proposta de  falar   de terapia breve  em psicanálise. No entanto podemos considerar  Freud , pai de princípios  psicanalíticos  da  abordagem tradicional ,como o precursor e questionador  desta  abordagem. Várias de suas primeiras análises tiveram duração relativamente breve. A idéia foi ganhando força a partir das proposições de técnica ativa de  Ferenczi (1919) às quais  Freud se  posicionou   favorável reforçando que  “o que importa  é trazer ao conhecimento do paciente o inconsciente,os impulsos recalcados e desmascarar  as  resistências” (LOWENKRON,2006) .Com o apoio , ainda  , de  Otto Rank  a terapia  breve  foi consolidando   princípios  consistentes  até se  tornar  legitimamente  uma  abordagem psicoterápica  aceita a mais  de  70 anos , especialmente  a  partir de escolas  americanas .

A fundamental característica da TBOP ( Terapia Breve de  Orientação Psicanalítica )  é  fato de  que  ela trabalha com um foco definido   e  um tempo limitado . O setting fundamenta-se na técnica tradicional, standart  , porém com características  próprias  quanto aos  procedimentos .
Na sequência do texto iremos  abordar aspectos  importantes  dentro dos  itens  a seguir  indicados :

Não sou de postar textos alheios, mas o texto de Contardo Calligaris, da Folha De São Paulo dessa semana13/12/13 merece uma excessão.

Segurança ou liberdade?

PASSEI A SEMANA em Nova York e devorei "Só Garotos" (Companhia das Letras), o livro em que Patti Smith, poetisa, artista e roqueira, conta a história de seu amor por Robert Mapplethorpe, desde o encontro dos dois no parque de Tompkins Square, em 1967, até a morte do artista e fotógrafo, 20 anos depois, de Aids.

A leitura conjurou fantasmas de meu passado: como Smith e Mapplethorpe, fui jovem no fim dos anos 60 -e um tempo em Nova York. Vestindo jeans pata-de-elefante e uma jaqueta militar surrada, errei do Brooklyn ao Lower East Side de Manhattan, frequentei o parque de diversões de Coney Island e os inferninhos da rua 42 ao redor de Times Square. Talvez Smith amenize um pouco os fatos, para proteger a imagem de Mapplethorpe, ou talvez minhas extravagâncias passadas pareçam maiores do que foram (sempre idealizamos nossa rebeldia).